De uma tragédia, quem dera fosse uma comédia, quem sabe, até um dramalhão, bebi das águas do Velho Chico, rio ímpar por sua história e por seu aspecto cultural.
Em suas margens, em suas águas, em suas comunidades, na alegria de seus cantos, no gemido de suas violas, no por do sol indescritível, na lua refletida em suas águas, que faz tremer de emoção os enamorados do sertão, quem sabe só por um verão.
Um Brasil tão diferente, Pernambuco ou Bahia, Petrolina ou Juazeiro, me fez pensar em deixar o Rio de Janeiro.
Sol quente, clima fresco, alegria em cada rosto, felicidade em cada alma.
São essas pequenas impressões que carrego dentro da alma, carioca e anarquista, emocionei-me , e muito, com povo tão ordeiro, alegre, dançador, brincalhão, sério e trabalhador.
Eu fico com a lembrança e registro meus agradecimentos por esta tão emocionante oportunidade.


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